Onicogrifose: entenda o que é, quais suas causas e tratamentos - Blog Meu Pé de Conforto

Onicogrifose: entenda o que é, quais suas causas e tratamentos

Postado em 29/07/2020
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Você sabe o que é onicogrifose? Apesar do nome ser pouco conhecido, essa desconfortável condição é comumente chamada de “unhas de garra” e deve ser evitada. Para que isso seja possível, serão abordadas causas, tratamentos e pormenores relacionados à doença.

Com os conhecimentos certos em mãos, você poderá prevenir o aparecimento desse problema, assim como, livrar-se dele — se for o caso —, garantir qualidade de vida e saúde aos seus pés, algo fundamental em qualquer idade.

Portanto, se deseja otimizar o seu dia a dia, não deixe de conferir as informações deste conteúdo.

O que é onicogrifose?

Esse distúrbio afeta os pés. Quem sofre com o problema percebe que o espessamento de suas unhas se curvam para cima ou para baixo, durante o seu crescimento. A condição afeta um ou mais dedos e, normalmente, é vista em pessoas mais velhas. Contudo, essa não é uma regra.

Ao considerar que as causas da doença são capazes de afetar indivíduos de todas as idades, entende-se que ela pode tomar forma em pessoas jovens, também. Para compreender melhor essa afirmação, confira outras informações sobre a distrofia.

Por que a onicogrifose ocorre?

Várias causas estão conectadas à deformação e ao espessamento das unhas. A mais comum é o uso de sapatos inadequados, por causarem lesões repetitivas no local. É por isso que a aposta em calçados focados em conforto é fundamental. É preciso que ele conte com leveza, não tenha costura interna, contenha a palmilha em EVA, seja anatômico e feito do material certo.

Contudo, outras causas estão relacionadas à onicogrifose — e é importante conhecê-las:

  • falta de higiene e cuidado com as unhas dos pés;
  • problemas de circulação;
  • malformação congênita;
  • infecções;
  • ingestão inadequada de nutrientes;
  • diabetes;
  • lesões;
  • paroníquia crônica (inflamação da pele em torno da unha);
  • esclerodermia etc.

O primeiro passo para entender de onde surge a doença é a análise dos sapatos usados e de seu contato com as unhas. Em seguida, é importante conferir se uma ou mais das condições apontadas, também, estão presentes. Em todos os casos a consulta ao especialista é recomendada. Ele deve analisar o seu caso em específico com profissionalismo e cuidado.

Quais são os sintomas?

Os maiores indícios de que um paciente está sofrendo com a onicogrifose são ligados à aparência. A condição faz com que elas fiquem grossas, amareladas ou amarronzadas. Além disso, a curvatura é bastante comum nesses casos. Porém, esses não são os únicos sintomas relacionados à deformidade. Outros incluem:

  • unhas rígidas demais, a ponto do corte se tornar penoso;
  • aparência que lembra um “chifre” e que se levanta em direção à cabeça;
  • indícios de lesões advindos de pisadelas ou objetos que caem sobre o dedo;
  • curvatura em direção ao chão.

Esses fatores podem aparecer juntos ou separados. Em todo caso, são indicativos da afecção e não devem ser ignorados.

A onicogrifose está relacionada à micose?

Muitas pessoas confundem as unhas de garra com alguns tipos de infecções cutâneas. No entanto, mesmo ambas não estando diretamente relacionadas, é comum que os portadores do problema contenham, também, alguma micose.

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Isso acontece uma vez que a curvatura tende a deixar um espaço entre a pele. Em outras palavras, a unha se descola da cútis. Nesse local, podem acumular-se sujidades e umidades. Sendo assim, aumentam os riscos do paciente sofrer com o desenvolvimento de fungos. Essa condição é chamada de onicomicose.

Ao buscar pelo médico, não se esqueça de avaliar ambos os casos. Mesmo que eles caminhem juntos, tende a ser necessário tratá-los separadamente. Vamos conferir algumas formas de conter as unhas de garra a seguir.

De quais maneiras é possível tratar a onicogrifose?

O tratamento específico desse problema está relacionado às particularidades de cada paciente. Contudo, como é dito em muitos outros casos, a prevenção é o primeiro passo. Para garanti-la, alie ao uso de sapatos confortáveis com a higiene diária dos pés. Corte as unhas sempre que necessário, lave bem o local e mantenha-o seco e arejado.

Caso a condição já tenha se instalado, confira o que pode ser feito junto aos profissionais.

Visite o especialista

O tratamento da onicogrifose não deve ser realizado por conta própria — em especial por tender a não demonstrar resultados. É essencial que o podólogo — ou médico de confiança — seja consultado e encaminhe o paciente ao cuidado mais adequado para si. Lembre-se de tirar todas as dúvidas e de conversar abertamente com o profissional.

Desbastamento

Caso o paciente em questão tenha um bom histórico de circulação, o corte ou remoção da unha pode ser indicado. Ela será tratada de maneira diferente desde o início de seu crescimento, afim de impedir que a deformidade ganhe forma novamente. É comum os jovens usarem essa alternativa como solução.

Lixamento

Caso o indivíduo em questão seja mais velho e, consequentemente, conte com uma menor qualidade em termos de circulação, o arranque da unha pode não ser o procedimento verdadeiramente adequado. Nesse caso, ela será lixada e tratada esteticamente, a fim de que minimize-se a condição. Esse tratamento é considerado paliativo.

Durante o procedimento, o profissional utilizará as ferramentas apropriadas. Isso evita ferimentos, cortes e situações capazes de culminar em problemas ainda maiores. Esse é outro motivo pelo qual o amparo médico é imprescindível.

Profilaxia

Independentemente do tratamento em questão, o paciente será encaminhado e deve rever as boas práticas para evitar o reaparecimento do quadro. Possíveis micoses serão identificadas e tratadas — se for o caso — e permitirão que você viva com bem-estar e qualidade de vida.

A onicogrifose, apesar de ser visto, normalmente, em pessoas mais velhas, pode afetar indivíduos de todas as idades. Para evitá-la, use sapatos de alta qualidade e que deixem os pés confortáveis, priorize a higiene da região — inclusive dos calçados — e fique de olho nas consequências de lesões locais. Dessa forma, você evita a deformidade e garante a saúde de seus pés.

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