Quais são as principais doenças de inverno e como evitá-las? - Blog Meu Pé de Conforto

Quais são as principais doenças de inverno e como evitá-las?

Postado em 17/09/2020
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Os cuidados com a saúde devem ser tomados todo o ano. Entretanto, com a chegada da estação mais fria, as doenças de inverno também aparecem. Elas são principalmente aquelas que afetam as vias respiratórias, pois as temperaturas mais baixas e o ar seco favorecerem que os vírus e as bactérias circulem.

Além disso, as pessoas passam a ficar mais tempo em ambientes fechados, o que também contribui para o aparecimento dessas doenças. Apesar das precauções, essas patologias podem surgir. Por isso, é preciso ter cuidados recobrados durante o inverno, uma vez que nessa época do ano os problemas de saúde começam a se manifestar.

Para que você se prepare, conheça algumas doenças de inverno que podem aparecer, quais as suas características e os cuidados necessários. Acompanhe!

Gripe e resfriados

Essas talvez sejam as doenças mais comuns que aparecem no inverno. As gripes e os resfriados costumam ter sintomas semelhantes, mas é necessário entender que não se trata da mesma patologia. Por isso, conhecer as diferenças e reconhecer os sintomas é essencial.

Os resfriados costumam ser mais leves e duram entre 3 e 5 dias. No entanto, por serem mais leves, o tratamento também é mais simples, com analgésicos e antitérmicos. Entre os sintomas sentidos estão:

  • coriza;
  • espirros;
  • dor de garganta;
  • vias respiratórias obstruídas;
  • febre.

A gripe é uma doença causada pelo vírus Influenza, mas além dos sintomas citados anteriormente presentes em um resfriado, também há outros que ajudam a identificar a patologia, entre eles:

  • febre alta;
  • dores musculares;
  • fadiga;
  • tosse seca.

Pela gravidade, o ideal é procurar ajuda médica para ter o diagnóstico mais preciso e começar o tratamento apropriado. A febre e a tosse devem durar em média de 3 a 4 dias, depois a doença progride. Além dos cuidados diários, a vacinação anual é fundamental para a prevenção da gripe.

Sinusite e rinite

A rinite é uma das doenças mais incômodas e que atinge diretamente o nariz. Isso ocorre devido a uma inflamação nas mucosas nasais, o que faz com que a pessoa tenha coceiras, sensação de nariz entupido e coriza. Contudo, a melhor maneira de prevenir a doença é deixar os ambientes sempre bem limpos.

Outro problema que aparece com recorrência no inverno é a sinusite, que por mais que seja parecida com a rinite e tenha sintomas semelhantes, é um pouco mais grave. Essa é uma inflamação que atinge os seios nasais, que são as cavidades que temos no crânio ao redor do nariz. Assim, essa parte do rosto fica inflamada por causa de alergias ou infecções que são provocadas por vírus ou bactérias.

A sinusite pode ser caracterizada como crônica, quando a inflamação persiste por mais de 12 semanas, ou aguda, em que os sintomas não ultrapassaram 12 meses ainda. Assim, a infecção não permite a drenagem adequada da secreção, o que faz com que apareçam sintomas como:

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  • fortes dores de cabeça;
  • pálpebras inchadas;
  • tosse;
  • nariz entupido;
  • redução ou perda do olfato;
  • febre (raramente).

Pneumonia

Essa é uma das doenças mais graves e preocupantes que podem surgir durante o inverno. A pneumonia é um quadro de infecção que atinge os pulmões, em que os alvéolos pulmonares (pequenas bolsas que fazem parte do aparelho respiratório que ficam dentro dos pulmões) ou os interstícios (espaço entre os alvéolos) são atingidos.

A pneumonia pode ser por vírus e bactérias (raramente por fungos), o que impede a troca gasosa adequada. Dessa forma, os tratamentos podem variar dependendo da origem da infecção, mas há a possibilidade de serem administrados antibióticos e analgésicos. Entre os sintomas que a doença pode apresentar estão:

  • febre alta acima dos 37,5° C;
  • falta de ar;
  • fraqueza
  • dificuldade para respirar;
  • tosse com catarro amarelo ou esverdeado;
  • dores no peito ou tórax;
  • tosse seca;
  • suor intenso.

Bronquite

Outro quadro muito comum durante o inverno é a bronquite, em que os canais por onde o oxigênio passa até chegar aos alvéolos pulmonares sofrem com uma inflamação. Desse modo, começa o acúmulo de secreção, o que deixa a região mais contraída.

A bronquite pode ser aguda ou crônica, e as diferenças, assim como na sinusite, são vistas de acordo com a duração do quadro clínico e a gravidade das crises, se são mais curtas ou mais longas. Geralmente, os quadros crônicos são piores no período da manhã e perduram por 3 meses ou mais, chegando a até dois anos, pelo menos.

Além disso, o quadro crônico se agrava pelo aumento das chances de se formarem casos mais graves de infecções. Assim, pode desencadear doenças como a pneumonia. Por isso, os cuidados são tão importantes. Os sintomas são:

  • dor no peito;
  • tosse;
  • falta de ar;
  • fadiga;
  • febre;
  • catarro (que pode ser mais branco e claro, cinza amarelado ou verde).

Asma

A asma é uma das doenças respiratórias crônicas que podem piorar com o clima de inverno. Ela é provocada por uma inflamação nos pulmões e nas vias aéreas. Algumas das principais causas são um ambiente com poeira ou o contato com animais domésticos, como gatos e cachorros. O quadro costuma ser pior durante a noite e no início da manhã.

Muitas vezes, a asma pode ser confundida com a bronquite. No entanto, é preciso saber as diferenças para fazer o tratamento correto. Por isso, confira os sintomas e tenha atenção aos sinais do seu corpo, como:

  • falta de ar e dificuldade para respirar;
  • chiado no peito;
  • aperto no peito;
  • respiração mais rápida e mais curta;
  • tosse seca;
  • catarro;
  • ansiedade;
  • desconforto torácico.

O tratamento é recomendado por um pneumologista, que costuma prescrever analgésicos e descongestionantes, além de broncodilatadores e corticoides que ajudam a melhorar os sintomas. Uma vez que o quadro de asma é crônico, o paciente deve se acostumar a lidar com a doença.

As doenças de inverno aparecem sem dar aviso prévio, e a melhor forma de se cuidar é a prevenção. Além disso, ao surgirem sintomas, não deixe de buscar ajuda profissional de um médico. A medicação por conta própria em casa pode até piorar o quadro. Por isso, procure ajuda e faça o tratamento indicado.

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